Tainnan Almeida

Mudança de layout e proposta de assuntos

Posted in Geral by Tainnan Almeida on 6 de junho de 2012

Olá, queridos leitores!

A partir de hoje, depois de longa data, mudarei a proposta inicial deste blog que era de difusão e opiniões sobre temas variados. Depois alguns momentos de digamos, “insights”, como disse certa vez o escritor Mino de Oliveira numa palestra para alunos de Jornalismo da Faculdade UniRadial, resolvi alinhar e aprofundar um pouco mais os temas que aqui serão expostos.

Parei, pensei e percebi que assim como uma grande parte de aspirantes Jornalistas, eu também queria falar de tudo e todos, além de abranger todos e os mais variados públicos. Mas cheguei a conclusão de que meu objetivo dificilmente seria alcançado.

Pois bem, agora, com uma cara nova, pretendo escrever sobre o que mais gosto, sobre o que mais frequento e que mais sou ligado: atividades culturais dos mais variados tipos, entre teatros, filmes, concertos, shows etc…

Espero, a partir de agora, poder dialogar com os que leem, pelo menos uma vez a cada semana com um novo post.

Como o objetivo central deste blog é buscar o diálogo, gostaria também de sugestões de temas e/ou indicações de eventos aos quais eu possa ter ido ou não, assistido ou não, para poder compartilhar minhas considerações.

Peço-lhes também o bom-senso em comentários, pois aqueles que eu achar necessários excluir, por conter palavras e/ou frases que não condizem com a proposta deste blog, assim o serão!

Obrigado a todos e até breve!

TV e sua Evolução para a Sociedade

Posted in Geral by Tainnan Almeida on 10 de abril de 2011

Desde sua chegada ao Brasil em 1950 a TV tem tido um papel importante na sociedade, sobretudo, na política. Seu conteúdo por vezes didático e informativo põe o telespectador a refletir sobre a sociedade em que vive.

Alvo de duras críticas de teóricos de diversas áreas, e por ser um dos símbolos da chamada “Indústria Cultural”, a TV no Brasil esteve presente nos momentos importantes da história política do Brasil causando, por vezes, controvérsias.

Para ilustrar pode-se citar sobre Carlos Lacerda, principal oposicionista de Getúlio Vargas. Lacerda se utilizava da imprensa como “tribuna de ataque” a Vargas.

Num documentário produzido pela TV Globo, tendo Pedro Bial como narrador afirma: “Querendo ou não a TV forma opinião”. A frase faz jus às críticas dos teóricos da escola de Frankfurt, sobre a influência dos meios de comunicação na sociedade e seus tipos de consumo. Para Jean Baudriland, um dos grandes teóricos da pós-modernidade, e autor de um livro chamado “Das maiorias silênciosas”, onde fala sobre massa, que “não é um conjunto nem um grupo de pessoas, massa não possui identidade, ela apenas existe na sociedade como agente pacífica de um cultura industrial”.

Pelos “anos de chumbo” vivenciados no Brasil a TV se mostra como ferramenta de manipilação em que o governo mantinha o domínio sob a censura imposta pelo regime militar. “Enquanto havia repressão e prisão em massa de estudadantes a TV transmitia desfiles de moda” acrescenta o documentário, o que traz à memória o recente fato do fim dos anos 1980  e início de 1990 nas eleições para presidente da república entre Luís Inácio e Fernando Collor, quando houve rumores de manipulação na edição do famoso jornal diário da TV Globo o Jornal Nacional, a favor de Collor que vencera a eleição.

Enquanto havia manifestações de impeachment a Fernando Collor, a televisão mantinha em evidência o caso de uma jovem atriz que fora assassinada pelo namorado, também ator.

Contudo, o que se deve analisar sobre a TV nos dias de hoje? Será que o telespectador tem de ser seleto no que quer assistir? Ter senso-crítico?

Talvez os políticos um dia terão prospostas mais decentes?

Posted in Geral by Tainnan Almeida on 31 de outubro de 2010

Todo ano eleitoral é a mesma coisa: “passamos por um momento histórico na democracia brasileira”, porém não há de se considerar histórico num país que existe a democracia propostas medíocres como as dos candidatos que toda eleição está lá passando informações que nem se quer um dia sairá do papel. Alguém viu o aerotrem?

Certa vez, quando estava no primeiro ano da faculdade, um professor de empreendedorismo no primeiro dia de aula, entrou na sala e começara a discursar sobre o plano de ensino para o semestre. Quando já não havia mais nada a ser discutido quanto as questões burocráticas da faculdade entramos no assunto política.

Ele com uma impressionante retórica nos alertava quanto aos mais variados candidatos, até que elaborou uma sátira que jamais esqueci: informou-nos que daquela hora em diante seria um candidato ao corpo docente da faculdade para a disciplina de empreendedorismo. Saiu da sala de aula. Entrou entusiasmado dizendo: “olá meus futuros alunos, venho hoje apresentar minhas propostas para poderem analisar e, espero, poder contar com o voto de vocês para que o ensino de empreededorismo seja cada dia mais importante na universidade”. e passou a apresentar as propostas: ” Prometo todos os dias vir a faculdade, bater meu cartão e subir para dar aula. Prometo também, fazer chamada, aplicar exercicios em sala e tarefas de casa…” Neste momento um colega interrompeu e disse: “… mas isso é sua obrigação”. Então, o professor sabiamente respondeu: ” Mas é isso que acontece com os candidatos do Brasil”.

Agora paro e pergunto: o que os atuais candidatos fazem pleiteando os cargos no governo?

De volta a ativa… e os “casos” da TV

Posted in Geral by Tainnan Almeida on 22 de julho de 2010

Depois de um longo tempo longe das teclas, volto com uma proposta um pouco diferente para discussão e reflexão…

Recentemente tivemos uma Copa do Mundo com a qual, infelizmente, o Brasil não foi muito bem. Porém, não é com este problema que me atenho hoje neste post. Atento-me a uma novela da vida real que todos os brasileiros presenciam diariamente, fruto de uma mídia tendenciosa e sensacionalista passamos pelo “caso Bruno” e o “caso Mércia Nakashima”. O que há em comum em ambos é justamente o fato de se tratar de assassinato. Porém ao mesmo tempo que o processo demora a se desenrolar o cidadão quando liga a TV não fica menos de 5 minutos sem saber as últimas notícias dos casos…

Agora pergunta-se:

Por que tudo isso? Para que (e para quem) a mídia faz isso? Será que não veem que há famílias que sofrem do outro lado? Há tantos outros acontecimentos que necessitam de cobertura jornalística e sempre parece que os (grandes) veículos de comunicação não dão a mínima.

Isso não é de hoje… A algum tempo tivemos alguns casos que estereótipam muito bem esses veículos…

Quem não se lembra do “caso Isabela”, em que o final da “novela” levou a prisão Alexandre Nardoni (pai de Isabela) e Anna Carolina Jatobá, acusados de serem os responsáveis pela morte da menina que caiu do sexto andar de um prédio na zona norte de São Paulo. O caso perdurou por mais de 5 meses na televisão, e no ano seguinte em júri popular Alexandre e Anna Carolina foram condenados.

Quem nos garante que os “casos” deste ano não tomarão o mesmo rumo dos anteriores, afinal como em teoria da comunicação, os “casos” sempre acabam no espiral do silêncio.

Opiniões são de grande valia! Abraços e até o próximo Post!

Tainnan Almeida

Muito se pensa e pouco se faz

Posted in Geral by Tainnan Almeida on 23 de dezembro de 2008

Escuta-se que no futuro próximo haverá guerras e mais guerras. Será por causa do petróleo? Será por causa do território? Ou será por causa do terrorismo?

Um “NÃO” é a resposta para estas perguntas, guerra haverá mesmo, e sabe qual será o verdadeiro motivo? Será pela água, algo fundamental para a vida na Terra, onde são poucos os que se concientizam que ela está se acabando.

O Brasil, com certeza, pelo fato de ser um lugar com uma imensa biodiversidade, será um dos países mais procurados para obtenção de água.

Um fato atualmente tratado chama-se: “Aquecimento Global” que se dá, por meio do aquecimento da esfera terrestre. Aí se pergunta: Como haverá escassez de água no planeta se a geleira dos pólos está se derretendo?

Simples, a água doce que derrete mistura-se com água do oceano tornando-se salgada. A partir daí virá a maior preocupação: “Como ter boas condições de vida com água salgada?”

Saberá Deus! Viver num planeta onde se preocupam somente com o hoje é uma coisa infelizmente preocupante.

“Mais fácil seria convocar os agentes da ONU e dicutir o caso…” – alega diversos representantes das mais variadas nações.

Por que não, desde já, discutir por mais vezes este problema? Apenas persuadir as pessoas informando-as que as suas empresas são “100% sustentáveis” não resolve o problema, e por que ao invés disso não criam propostas de reestruturação do planeta, com isso criando formas ao menos para que o aquecimento global seja caso resolvido e extinto? Será que é difícil pensar um pouco no futuro da humanidade para que não haja extinção em massa assim como os dinossauros?

Tainnan Almeida

2007

Impunidade ou falta de vontade

Posted in Geral by Tainnan Almeida on 18 de dezembro de 2008

Num país onde existe um conflito civil relacionado à violência, tráfico de drogas, pedofilia, trabalho infantil entre outros, será que há uma punição correta para os “infratores da lei”?

Observa-se que em vários pontos não há punição sendo aplicada como se deveria. Não há possibilidade de um país como o Brasil chegar a um patamar de menor índice de corrupção tendo um poder judiciário lento e ganancioso, utilizando-se de proprina de acusados para que com isso sejam inocentados.

Neste país onde há milhões de habitantes ouve-se muito a frase: “No Brasil a lei só funciona para quem não paga pensão…”, um dito que leva muitos políticos a enormes gargalhadas. Se pararmos realmente para pensar o Brasil é um país onde existe uma impunidade imensa, pois a maior parte da população que cumpre pena são pessoas de classe baixa, ou seja,  uma boa parte representada pelos não pagandores de pensão.

Agora, onde ficam os políticos? até quando o povo brasileiro ficará à mercê de um poder judiciário que muito pouco o favorece?

São perguntas que só poderão ser respondidas pela própria nação, quando começarmos a ter um pouco mais de coragem e iniciar uma reivindicação a esta vergonha, entretanto colocando em ação a frase  que só fica em teoria: “Sou brasileiro e não desisto nunca!”.

Tainnan  Almeida